30.4.09

# das cartas que não serão enviadas

se você cortasse minha barriga agora, sairiam um sem número de passarinhos levando cartas de amor pra quem quisesse ler. porque o amor tem que ser assim, grande e livre e pra todo mundo. aí eu vestiria a sua pele, esta que me cai tão bem, e dançaria o carnaval até me acabar em poça d'água, e então viraria vapor, pra virar nuvem, pra virar chuva. então na tempestade eu pegaria na sua mão pra voar e caçar redemoinhos, desses que ressoam no corpo como esta vertigem que nasceu no estômago depois que eu te vi.

mas pra isso, meu amor, pegue ali a faca e me fure.

3 comentários:

fabiana vajman disse...

Menina, menina, pra varir você falando de paixão como ninguém. Beijos infinitos.

Rapha disse...

que pena que tu não escreve mais nada a cá... ui ui ui!

Anônimo disse...

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